Olá, eu sou a Dani Souto. No texto de hoje, falaremos sobre: Câncer de garganta: conceito, sintomas, prevenção e tratamento
Cancer de garganta é uma condição onde o cancer afeta as cordas vocais, caixa vocal (laringe) ou outras áreas da garganta.
O cancer afeta a unidade básica do organismo, a célula. O cancer ocorre quando as células se tornam anormais e continuam se dividindo e formando mais células anormais, sem controle ou ordem.
Muitos desses sinais e sintomas podem ser causados por outros tipos de câncer ou por doenças menos graves e benignas. Mas quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores as chances de cura. Veja abaixo os sintomas que você deve ficar atento para prevenir um câncer de boca ou garganta:Outro ponto importante: é preciso cuidar da saúde da boca. Gengivites crônicas ou problemas dentários de qualquer espécie requerem cuidados especiais. Reabilitar a boca do ponto de vista funcional para garantir mastigação adequada, acabar com os focos de infecção e fazer boa higiene oral são medidas muito importantes.
Terceiro ponto: periodicamente, o médico ou o dentista devem ser consultados para avaliação. Qualquer alteração de voz requer a análise de um otorrino, de um especialista em cabeça e pescoço, ou de um clínico geral e a indicação de uma laringoscopia.
Em termos de política pública, é fundamental que as faculdades de medicina, de odontologia e o Ministério da Saúde desenvolvam rastreamentos populacionais dirigidos aos grupos de risco para examinar a boca dessas pessoas. Isso é muito barato de fazer. Bastam um espelhinho, um abaixador de língua e uma lanterna. No Brasil, já houve campanhas de rastreamento com resultados animadores. Uma delas, em Vitória (ES), conseguiu baixar significativamente a incidência de câncer de boca com o diagnóstico precoce. São campanhas simples e baratas com grande impacto na economia porque evitam os gastos com radioterapia e quimioterapia exigidos pelas lesões em estádio avançado.
O tratamento do câncer de cabeça e pescoço mudou um pouco nos últimos anos. Até dez ou quinze anos atrás, a base do tratamento era a cirurgia e a radioterapia. Depois, surgiram alguns protocolos chamados de preservação do órgão, segundo os quais se procurava evitar a mutilação cirúrgica, ou melhor, procurava-se preservar praticamente tudo, embora os resultados fossem discutíveis. Por exemplo, do ponto de vista anatômico, o paciente permanecia com a laringe que, às vezes, deixava de funcionar depois do tratamento, e o que aparentemente era uma vantagem, transformava-se num problema sério porque, além de engasgar quando ia engolir, ele apresentava outros problemas ligados a um órgão que perdeu a funcionalidade.
A filosofia, hoje, é tentar ser conservador quando se trata de um tumor primário para evitar a mutilação funcional, mas a agressividade do tratamento deve ser maior se os gânglios do pescoço estiverem comprometidos.
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